Guias22 de maio de 2026·6 min de leitura
Plug-in, gasóleo ou elétrico: o que compensa importar em 2026
A pergunta chega quase sempre na primeira conversa: qual o motor que compensa importar. A resposta depende do uso, mas as regras fiscais de 2026 ajudam a estreitar a decisão.
Híbrido plug-in
É a opção que mais beneficia da fiscalidade. Um plug-in com 50 km ou mais de autonomia elétrica e emissões dentro do limite acede à redução de 75% no ISV. Em 2026, os modelos na norma Euro 6e-bis sobem esse limite de 50 para 80 g/km de CO₂, o que traz mais carros recentes para dentro do desconto.
Gasóleo
Continua a fazer sentido em quilometragens altas e viagens longas, onde o consumo e o binário compensam. Há, no entanto, o acréscimo fixo de 500€ no ISV e uma componente ambiental mais pesada. Num uso sobretudo urbano, raramente é a escolha mais eficiente.
Elétrico
Os 100% elétricos estão isentos de ISV e de IUC. Para quem faz a maioria dos quilómetros em cidade e carrega em casa, é difícil bater os custos de utilização. O ponto a vigiar é o preço de origem e o estado da bateria, que confirmamos antes de comprar.

Não há um motor certo para todos. Há o motor certo para o seu uso, e é esse que ajudamos a encontrar.
A forma mais rápida de decidir é ver os números lado a lado. Simule o ISV de cada opção na página de proposta e fale connosco para a proposta chave na mão.
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